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Bases do ePdm – Parte 5 – Codificação automática

Postado por Guilherme Kastner Dia 20 de janeiro de 2014

imageSenhores,

Codificação… Essa é a chave de qualquer implementação de sistema CAD baseado em arquivos associados e referenciados como o SolidWorks. Essa é a dor de cabeça de qualquer usuário. Algumas coisas sempre vem a cabeça dos usuários:

  • Como garantir que todos sigam o mesmo padrão de nomeação de arquivos?
  • Qual o método mais simples para executar essa operação?

Codificação já foi o objetivo de uma série de posts há quase, atenção, cinco anos aqui no blog.

Pra quem deseja reler, seguem os links

http://www.kastner.com.br/2009/08/salvando-arquivos-parte-1.html

http://www.kastner.com.br/2009/08/salvando-arquivos-parte-2-arquivos.html

http://www.kastner.com.br/2009/08/salvando-arquivos-parte-3-problemas-de.html

http://www.kastner.com.br/2009/08/salvando-arquivos-parte-4-revisao-ou.html

http://www.kastner.com.br/2009/08/salvando-arquivos-parte-5-configuracoes.html

Muita coisa se falou sobre o gerenciamento de arquivos mas essa série apenas mencionou a existência de uma ferramenta de gerenciamento e não a demonstrou. A demonstração irá ocorrer agora.

O nome do arquivo no SolidWorks tem um objetivo simples:

  • Garantir uma identidade única para o arquivo
  • Referenciar os arquivos na aberturas de montagens e desenhos

Realidade 1 – Sequencial geral

Um dos métodos mais comuns é possuir um sistema onde a equipe possui uma espécie de livros de códigos, um banco de dados, ou planilha de textos. Nele os usuários “reservam” um intervalo de números e vão inserindo os mesmos nos seus arquivos.

O problema é que os usuários possuem uma preguiça de realizar essa reserva de arquivos com os nomes. Pois além de reservar os códigos, os usuários precisam descrever pra qual peça os mesmos serão usados.

Para contornar a dificuldade de reserva, os usuários optam por definir um código temporário, desenvolvem os seus componentes, com o projeto aprovado, passam a renomear os arquivos com o código do sistema. O problema é que, mesmo usando o SolidWorks Explorer, poderão ocorrer perdas de referências.

Sério, só problemas…

Está provado aqui por “A + B”  que há uma dificuldade em realizar um sequencial geral para a empresa como um todo.

Realidade 2 – Sequencial individual

Eu vi isso algumas vezes… Quase chorei quando vi. Para evitar problemas de mais de uma pessoa utilizar o mesmo código, cada usuário possui o seu prefixo de arquivos.

Como isso funciona? Simples

  • Eu, Guilherme Kastner – Prefixo GK
  • Meu colega, Adriano Tavares – Prefixo AT

Os meus arquivos tem a sequencia

  • GK00001
  • GK00002
  • GK00003

Os arquivos do Adriano teriam o seguinte sequencial

  • AT00001
  • AT00002

É um método mas acho meio estranho uma vez que cada um terá de tomar conta de sua própria sequência e cadastrar os seus componentes em um próprio banco de dados.

Realidade 3 – Famílias e disciplinas de projetos

Existem situações em que cada projeto e subprojeto possuem a sua numeração sequencial afim de simplificar a nomenclatura de arquivos. Esse tipo de situação atende algumas situações mas complica em outras.

Facilidade

  • Não precisa consultar uma base de dados para nomear um arquivo

Dificuldades

  • A nomenclatura pode ser utilizada de forma errada pelos usuários mal treinados na equipe
  • Ao mudar o componente de pasta ou projeto, será necessário atualizar a nomenclatura dos aquivos para atender as novas famílias e subfamílias.

imageEnterprise solucionando tudo

Com o SolidWorks Enterprise PDM, a nomenclatura poderá ser executada automaticamente utilizando um sequencial simples.

Abaixo pode ser averiguada a tela onde é configurado no SolidWorks essa funcionalidade.

image

O nome do arquivo, neste exemplo será uma numeração simples.

Se o usuário desejar visualizar a descrição do componente ou montagem, poderá acessar o conteúdo pela visualização de colunas no Windows explorer, como explicado mais uma vez na imagem abaixo, a mesma demonstrada no post anterior.

image

Outro ponto a ser analisado é que as informações de família e subfamília para identificação dos arquivos estão realmente armazenadas no cartão do arquivo, conforme importado do cartão de pastas. Uma ferramenta PDM pode inserir qualquer informação referente a desenho e denominação no arquivo.

Exemplo em vídeo

Senhores,

A série continuará nos próximos dias.

Sds,
Kastner

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