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SolidWorks Simulation – Real Sumo

Postado por Guilherme Kastner Dia 10 de fevereiro de 2009

 

Real sumo x simulationSenhores,

Tem coisa que eu não posso passar em branco e essa campanha nova da SolidWorks é uma dessas coisas.

Na SKA, uma coisa que nos questionamos é como tornar o Simulation algo fácil de se vender e explicar para os usuários…

Segundo andei lendo no Site do SW Geek, hoje existiu o lançamento de  uma campanha de vendas do Simulation, o Real Sumo x Real Simulation.

O que é o sumo? Eles arrumaram um lutador de Sumô de 400 lb para testar se a moto aguenta ele para andar. O mais engraçado é como é simples e quase beira o Bizarro.

Seguem as fotos que foram tiradas lá em Orlando pelo Alez Ruiz.

  Gostei da pergunta que está na tela: Will it Breake? (Isso vai quebrar?)3270174234_7591449107

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O mais engraçado é ver que eles primeiro simularam com o Jeff Ray (CEO da SolidWorks para depois simular com o Real Lutador de Sumô. Por que será?

ahhh

Real sumo x simulation.2jpg

Logo aqui abaixo, encontraremos o link para acesso ao site com os vídeos da “Simulação”. Existirão os vídeos do simulador e os vídeos do SolidWorks que serão exibibos em paralelo.

 

 

Clique aqui para ver o site do Real Sumo

Sds,
Kastner

Outros Comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    Olá Kastner e internautas!
    Realmente é um grande desafio aos profissionais de vendas venderem essa fabulosa ferramenta que é o SIMULATION. Principalmente se não possuírem um ótimo conhecimento da plataforma e excelente didática, além é claro da capacidade de síntese adequada.
    Algumas considerações devem ser feitas para o caso em questão:
    1- Há em nosso país um grande contingente de profissionais de projetos que possuem apenas nível médio de formação e, portanto, muitos nunca ouviram falar ou pouco tem idéia do que seja uma Análise por Elementos Finitos - FEA, e sua real importância em uma relação Custo x Benefício dentro de uma empresa.
    2- Sem dúvida o SIMULATION é hoje a mais AMIGÁVEL interface de FEA do mercado e de menor curva de aprendizado, entretanto, isso não isenta o usuário de aprofundar seus estudos sobre o tema pois cada "caso é um caso", ou seja, a correta definição das Condições de Contorno e fator preponderante para a exatidão da análise.
    3- A interpretação correta dos resultados, por mais clara e completa em dados e belas cores que a plataforma entrega, está diretamente ligada ao conhecimento teórico que o profissional tem com relação as propriedades mecânicas e térmicas dos materiais.

    Outro fator interessante é que infelizmente, muitas vezes, o cara que libera a grana para o investimento pouco conhece sobre esse assunto, mas felizmente, muitas vezes ele é ótimo em estudos de investimentos, que é claro, apresentem-se bem fundamentados.
    Então, as revendas tem que se equipar com dois níveis de argumentação que se mostrem OTIMIZADOS, porque tempo é dinheiro. De fácil entendimento técnico, porém não infantil (algumas vezes o cara do projeto conhece FEA muito bem... e fica problemática a situação onde o vendedor não seja muito seguro da extensão de possibilidades da plataforma... podendo, portanto, perder um venda importante). E também é preciso ter estruturado material real de empresas idôneas com análises de Custo x Benefício, e que, portanto, se traduza em dados financeiros que auxiliem nos argumentos ao cara do dinheiro que como já mencionado, muitas vezes realmente entende de números e gráficos.
    Pode ser engraçado contratar um lutador de SUMÔ para fazer testes em bicicletas... Mas quando estudamos a história da evolução tecnológica, principalmente na Aviação, então entendemos o "POR QUE?" da necessidade de investirmos nas tecnologias CAE. Poderia tecer aqui páginas e páginas de argumentos em favor das tecnologias CAE com considerações de TEMPO, QUALIDADE, CONFIABILIDADE, etc. Mas penso que nesse caso. Cabe as revendas e a própria SW expandir seu trabalho para maiores níveis de conscientização do usuário. É um desafio, porém, “Não existe problema sem solução”. E as plataformas CAE são uma realidade e uma necessidade cada vez maior na competição industrial. Um simples componente fundido que por análise CAE se verifica poder ter umas redução de massa na ordem de 30% mantendo a confiabilidade necessária, quando considerado em um lote de 100 mil peças e transformado em equivalente R$, já se mostra como um argumento que Gerente Financeiro nenhum iria ignorar.
    Bem amigos ,,, Fico por qui.
    Saudações a todos.
    Arivelto B. Fialho
    (autor do livro COSMOS – Plataforma CAE do SolidWork)

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